terça-feira, 1 de abril de 2008

Sinais de Fogo

"Rod Tidwell: It's something very personal, a very important thing. Hell! It's a family motto. Are you ready Jerry? I wanna make sure you're ready, brother. Here it is: Show me the money. SHOW! ME! THE! MONEY!"
in "Jerry Maguire", de Cameron Crowe


Onde se mostra uma empresa que não respeita o seu comprimisso mais importante: a ética que a liga aos seus associados

Onde se questiona (mais uma vez) a legitimidade de uma empresa que não tem representação cá em Portugal

Onde se prova que nem tudo o que reluz é ouro



As seguintes duas mensagens estão publicadas no site http://www.queixas.co.pt :


(click to enlarge)




Ao longo do último mês tenho estado a falar com o autor da primeira reclamação, por e-mail, e a realidade é que até ao dia de hoje ZERO! A Agel não lhe restituiu qualquer parcela do pagamento.
Isto apesar da desistência ter sido processada ainda dentro do já reduzido espaço de 1 mês para o fazer.

Estes são apenas dois casos documentados. Quantos mais haverá para aí espalhados em condições semelhantes que optaram por não reclamar e decidiram antes resignar-se?

Eu já tinha alertado, há uns tempos atrás, para a completa inépcia da linha de apoio ao cliente, e para a prática abusiva de não responderem a mensagens enviadas por e-mail a solicitar o esclarecimento de questões (vejam o ponto 2 do artigo "Balbúrdia no Oeste", mais atrás neste blog, que continua por resolver - todos e-mails enviados por um cliente foram pura e simplesmente ignorados pela Agel, estando em causa o pagamento de comissões devidas e uma omissão grave no contrato)

E quantos casos não haverá para aí espalhados de desistências após o primeiro mês? Numa altura que a Agel não aceita sequer pensar em restituições de dinheiro?

No site de leilões http://www.miau.pt (ver imagem abaixo) podemos encontrar algumas pessoas a venderem caixas de Agel a menos de metade do preço de custo (uma prática também conhecida por "dumping", no mundo comercial, e que está proibida por lei). Onde está a oportunidade de "Vendas Directas" de que tanto se fala para aí? Não deviam estas pessoa estar a vender os produtos Agel a retalho a cerca de 80€ ou mais por embalagem (preço de custo, mais margem de lucro)? Não seriam estes produtos excelentes a ponto de serem bem aceites no mercado do sector, mesmo a um preço exorbitante? Não era a "grande qualidade" dos produtos a desculpa para o preço praticado? Para onde foram esses argumentos agora?

Podemos também consultar o site da e-bay ( http://www.ebay.com/ ), a "leiloeira" online mais conhecida do mundo, e pesquisar por Agel. Os resultados são aquilo que se espera (centenas de pessoas a venderem os produtos a um preço inferior ao de custo).




Depois de tudo aquilo que já foi dito neste blog, tenham mais estes factores em atenção: 1) o dinheiro investido pode nunca mais vos ser restituido, mesmo que a desistência seja feita dentro do prazo estipulado no contrato (valha-nos Santa DSA); 2) os produtos em questão não têm mercado que os absorva (a não ser, claro, a própria rede de associados, que apenas os compra a troco de dinheiro) - não é através de vendas a retalho que o negócio se safa (apesar de ser essa a postura OFICIAL da Agel).

Quando chegarmos à tal fase de saturação que algums teimosos insistem em dizer que nunca acontecerá, quando chegarmos a uma fase em que não há mais interessados em entrar para o esquema, quando eventualmente as pessoas tiverem de vender os produtos para ganhar dinheiro, como dizem ainda outros teimosos, vai ser o descalabro total. É que, ao que parece, ainda estamos na fase de crescimento exponencial da rede. E se nesta fase já acontecem estes casos, o que será de esperar desse futuro radiante em que milhares de pessoas ocuparão as fileiras de baixo de uma rede defunta à nascença.


4 comentários:

Anónimo disse...

MENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTIRA/CENSURAMENTI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Pedro Menard disse...

Há pessoas que não aprendem.

Será que vamos continuar nesta guerra de teimosia? Pondere bem quem é que fica a perder.

Por um lado, eu só tenho de copiar as suas mensagens para o "caixote do lixo", por outro o Sr. só me vai dando razão com as suas respostas vazias de argumentos.

É como lhe digo, a mim não me custa nada ir apagado as suas repetições infindáveis...

Cumprimentos.

Pedro C. disse...

Em todas as empresas existem reclamações, eu por exemplo ando danadinho para fazer uma reclamação ao estado de fraude, agora resta saber se eu ou essas pessoas que fazem esse tipo de comentários têm razão, porque apesar de se poder ganhar dinheiro neste tipo de markting, exige esforço e dedicação da pessoa, reclamações são sempre muito subjetivas, até que ponto saberemos a verdade contida nessa reclamação.
Quantas reclamações terá a herbalife??
Voce tambem tem um blog destes para a herbalife??

obrigado pela atenção, cumps

Pedro Menard disse...

Caro Pedro C.,

É verdade que as reclamações podem ser subjectivas. Mas a esse respeito, algo há a fazer. É necessário falar com as pessoas e esclarecer os pontos que não são assim tão claros para quem os lê. Algumas reclamações têm origem precisamente na intransigência com que algumas empresas tratam os seus "clientes", ou seja, já são frutos de tentativas para esclarecer determinados assunto.

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"Quantas reclamações terá a herbalife??"

>> Não faço a mais pequena ideia.

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"Voce tambem tem um blog destes para a herbalife??"

>> Não tenho. Mas há o "Industria da Decepção?", um blog brasileiro, no qual participo regularmente. O link é o primeiro que apresento à direita.

Cumprimentos.